Este é o relato dele, e abaixo temos também as fotos tiradas no local. Vale a pena ler e ver os detalhes, será que a história é verídica?

Relato:
Eu estava passando o fim de semana com amigos na minha Fazenda.

Eram 20:00h, como estava me sentindo cansado, resolvi ir deitar, me despedi do pessoal e fui para o meu quarto, sempre costumo ler alguma coisa antes de dormir, peguei um livro e me deitei, depois de ter trocado a roupa por um pijama; mal comecei a lê-lo, ouvi um ruído semelhante a pedras atiradas no telhado, pensei que estava chovendo, mas logo cessou.

Voltei ao livro e algo no teto me chamou à atenção; vi uma estranha luz azulada que em questão de segundos se transformou num forte feixe luminoso que me envolveu povocando um calor insuportável, senti que estava flutuando e não vi mais nada.

Quando acordei, sem noção do tempo decorrido e atordoado, percebi que estava deitado em uma espécie de maca. Num ambiente totalmente desconhecido e arrodeado por pequenas e estranhas criaturas que me observavam atentamente.

Pensei que estava sonhando, me belisquei e senti dor, constatei que estava acordado e lúcido. Procurei me acalmar. Voltei minha atenção para os pequenos seres com pele cinzenta, cabeças grandes, olhos enormes e repuchados, bocas pequenas e finas, sem narizes, pernas e braços finos, mãos com quatro dedos longos e finos tambem, em posição de prece como um "louva-deus".

Conversavam entre si emitindo uma espécie de zumbido. Mas um deles de pele cor de rosa que parecia ser o chefe, começou a se comunicar comigo mentalmente, não sei como, mas eu conseguia entendê-lo, ele pediu que eu ficasse calmo, pois nada de mal me sucederia. Durante esse tempo, eles bebiam um misterioso líquido num recipiente cônico.

Me ofereceram, bebi um pouco para não ser descortês, tinha um sabor indefinido, mas em segundos senti uma sensação de relaxamento. E observei que eles ficavam mais eufóricos aumentavam os zumbidos e flutuavam no interior da nave desafiando a Lei da Gravidade, para em seguida se esborracharem no piso, derrubando uma série de instrumentos e aparelhos. Situação cômica - pensei - dever ser o Red Bull deles!

Nisso, o ser cor de rosa, me informou que fariam uma série de exames em mim. Senti medo, pensei que iria morrer e comecei a orar.

Sem anestesia e nenhum sedativo deram inicio aos procedimentos. Extrairam amostras de sangue, esperma, saliva, pedaços de pele e unhas, fios de cabelos. Depois um deles se aproximou com uma espécie de sonda; e foi nesse momento que percebi que estava totalmente nu. Em seguida ele tentou introduzir aquele negócio enorme no meu ânus, dei um pulo da maca e resisti heróicamente distribuindo socos e pontapés, pois eles tentavam me dominar à força.

Minha reação os deixou desconcertados. Acabaram desistindo da idéia e o ser cor de rosa me prometeu que não faria esse exame se eu voltasse pra maca. Desconfiado, retornei. O próximo passo foi introduzirem um cano fino metálico no meu nariz, o que muito me incomodou provocando falta de ar e sensação de vômitos e implataram três microchips no meu testículo direito. Não senti nenhuma dor.

Eu me sentia uma cobaia, felizmente, fui informado que tudo havia terminado. Devolveram meu pijama e minhas cuecas que vesti rapidamente. Mais calmo, olhei em redor tentando gravar mentalmente detalhes do local iluminado por uma suave luz azulada que parecia irradiar de todo o recinto. Vi algumas alavancas e uma série de aparelhos desconhecidos e um mapa estelar luminoso.

Os cinzentos sairam da sala, só ficando comigo o ser cor de rosa que me tranquilizou após uma longa conversa sobre diversos assuntos que prefiro omitir. E me garantiu que eu voltaria para casa. Relaxei um pouco e dormi. Quando eu acordei estava deitado perto de uma estrada, não muito distante da Fazenda.

Pedi ajuda a uma pessoa que me levou de volta pra casa. Fui informado depois que 28 pessoas tinham testemunhado o rapto entre convidados e empregados que me contaram mais detalhes. Esse fato foi divulgado pela imprensa nacional e internacional.