Depois da bem-sucedida aparição do Sr. Crítico, a imaginação fértil da Ana lhes apresenta: a Sra. Crítica!


A Sra. Crítica pode não ser bonita, pode não ter dinheiro,
pode não ter talento, ser chata e desinteressante,
mas por outro lado... *silêncio*
Desculpe, não consigo completar a frase.

Ai não, olhe isso, veja aquilo. Não, não. Esse visual escuro do blog, eu não gostei disso. Eu não entendo as piadas que essas pessoas fazem, não vejo utilidade naquele post. Quer dizer, sou simples, sou medíocre, gosto de blogs normais e certinhos, ninguém olha pra mim, acho que vou ter um bebê daqui a alguns anos. Eu não entendi o que o título do blog tem a ver com o conteúdo, acho que nem conteúdo esse blog tem. Essa tal de Mikaru não tem graça, não dei uma risadinha, pra falar a verdade eu não consigo rir (é contra a minha natureza de crítica).

Mimimi, ai, que ridículo esses vídeos do Helton, que coisa mais bizarra. A Ana é estranha e escreve coisas estranhas, a Ster é aleatória, já disse, gosto de ser medíocre. Leio Crepúsculo porque sou uma mulher encalhada de 35 anos, ninguém nesse blog sabe criticar. Sou simples, medíocre e chata e tenho orgulho disso. Para ser franca, adoro encher lingüiça nos meus textos repetitivos e apontar defeitos nos textos dos outros. Esses autores do blog são excêntricos, me sinto superior.

Não gosto disso. Minhas críticas não são construtivas, gosto de falar muito e não fazer nada. Eu não gosto deles, entende o que digo? Morei na Inglaterra quando era mais nova, eu me achava tão intelectual e superior lendo um livro qualquer com aquele chá com biscoitos às 5. Minha fonte favorita é a Times New Roman e eu criei as normas da ABNT.


A Sra. Crítica lhe despreza.

Vou parar de escrever, acho esse blog uma burrice. Não gosto disso, não entendi nada. Sou estúpida, sou simplória, sempre tenho de fazer tudo, ninguém quer saber de mim. Com licença, darei continuidade à minha leitura de Lua Nova enquanto bebo um chá importado da Inglaterra.

Assinado,

Sra. Crítica.