Postado em Imbecil e Inexperiente no dia 29 de setembro de 2011.

Vou começar a escrever nessa bagaça agora que o 3º bimestre tá acabando... Qualquer dúvida, clique no link "Ana, que Ana?" que está logo ali em cima. Se não quiser também, tô nem aí... Mas vamos lá.

Se você clicou no linkzinho abençoado ali, sabe que estou no 3º ano do curso técnico de informática. Lá a gente aprende desde o mais ridículo do básico até os algoritmos mais complexos que com certeza vão explodir sua mente.

Hoje eu teria duas aulas seguidas de Internet e Programação Web -- ou IPW para os íntimos. O trabalho deste bimestre consistia em criar um site sobre música, falando de instrumentos e gêneros musicais, com letras, cifras e essas coisas aí. Sinceramente, fiz um trabalho escroto, extremamente simples e sem frescuras. Estava tosco, mas estava feito.

E justamente hoje supostamente seria o último dia para apresentar o site para o professor. Até aí tudo bem, eu já estava preparada para receber um "Mas que sitezinho furreco, Ana..." do professor. Não tô nem aí pra nota. Se eu passar de ano, tá tudo ok.

Entrei na minha conta, abri minha pasta de IPW pra abrir o site. Não o encontrei. "Deve estar no email, vou abrir lá e acabam-se os problemas", pensei. Abri todos os meus emails possíveis, e em nenhum deles se encontrava o email com o assunto "Trabalho de IPW, abre aí essa merda".

- Oras... Se não tá aqui, nem no email... Fudeu tudo!

Eis que então lembrei que o trabalho estava salvo no meu querido pendrive de 8 GB. Problema resolvido? Não, senhor. O meu amado dispositivo de armazenamento se encontrava em minha casa, provavelmente dentro da gaveta do criado-mudo que fica ao lado da minha cama.

Resolvi, então, pensar no meu histórico escolar, digníssimo por sinal. Pulei o Jardim I, o Jardim II, o Jardim III e o Pré (na verdade isso não prova que sou inteligente, só prova que o Coringa é um filho da puta eu era uma aluna MUITO querida pelas professoras e pelos coleguinhas...). Tudo isso para, no final das contas, esquecer o trabalho no pendrive.

Contemple minha sapiência. Sou o novo Einstein. Me respeite.